A Adapta Gestão de Benefícios acaba de lançar uma nova linha de serviços sob demanda (Serviço On Demand) para planos de saúde empresariais, voltada especialmente para empresas que enfrentam problemas operacionais, fiscais, financeiros e societários com seus contratos com as operadoras.
Diferente da Adapta Saúde 24 horas, serviço de consultas por telemedicina lançado pela Adapta em 2023, essa solução nasce de uma necessidade real das companhias e que teve como ponta pé durante a tese de pós-graduação do seu diretor Daniel Fontes. Trata-se de um modelo estratégico, técnico e altamente especializado, focado na resolução de problemas complexos em planos de saúde empresariais.
Só para ilustrar. Muitos empresários contratam planos empresariais por meio de corretoras que apenas vendem o produto. Depois da assinatura, quando surgem problemas como reajustes elevados, alteração societária, exclusão ou inclusão de sócios, transferência de vidas para novo CNPJ, problemas cadastrais, fiscais e tentativas frustradas de mudança administrativa, simplesmente não há suporte técnico estratégico.
Operadoras do mercado, como a NotreDame Intermédica, Amil e Porto Seguro, executam corretamente seus processos internos. O problema não está necessariamente na operadora — mas na ausência de gestão especializada do contrato. E é aí que entra o novo serviço da Adapta.
O que é o Serviço On Demand da Adapta?
É um serviço técnico operacional e estratégico, contratado por demanda, com cobrança por hora trabalhada e possibilidade de remuneração por sucesso.
Funciona assim: o empresário ou gestor do contrato autoriza formalmente o acesso a dados sensíveis (cadastrais e de saúde), envia toda a documentação, recebe uma estimativa de horas necessárias, contrata o serviço, paga pelo trabalho operacional e para segurança da empresa os valores cobrados são fixos sem a possibilidade de mudança, mesmo que o serviço demande maior carga horária. Importante, como diz Daniel Fontes: a solução pode até não ser garantida em função de muitas variáveis, mas o trabalho técnico é.
Para ilustrar bem o novo serviço da Adapta, a consultoria aponta dois bons cases de empresas que não eram clientes, mas chegaram a ela por meio de indicações. No primeiro caso real, havia risco regulatório e fiscal. Um empresário que faz parte de um grupo de empresários sócios de uma empresa, abriu uma nova Cia. e transferiu um dos sócios para essa nova empresa. O plano de saúde estava vinculado ao CNPJ antigo, mas o sócio com vínculo na nova empresa. Pergunta direta dele: “Se a ANS (Agência Nacional de Saúde) me fiscalizar, posso perder o plano?” Sim, além de sofrer penalizações. A solução foi fazer uma análise documental completa, estruturação técnica da movimentação e ação administrativa junto a operadora de saúde para a regularização. Por fim, possibilitou a adequação legal do contrato junto a ANS, regularização da fiscal da empresa e do fluxo de caixa entre os sócios. O cliente tentou resolver sozinho junto à operadora durante meses — sem sucesso. A Adapta resolveu o problema.
Em outro caso, uma empresa classificada como PME, analisada para aplicação de reajuste no grupo de contratos de uma operadora de saúde, que por lei não pode haver negociação de reajuste, buscava redução de custo em uma fatura de R$ 8 mil sem perda de carência e principalmente sem correr o risco de haver aplicação de CPT que trocando em miúdos é o cumprimento de carências para as doenças pré-existentes. Além disso, a empresa não queria mudar a rede credenciada e principalmente o sistema de atendimento.
A Adapta assumiu o caso. De imediato, adotou como estratégia fazer uma avaliação dos objetivos do cliente versus as possibilidades técnicas que a operadora de saúde que o contrato estava ativo possuía. Resultado: a consultoria conseguiu uma redução de 50% no valor da mensalidade que resultou em R$ 4 mil mensais e a manutenção da isenção de todas as carências, o maior temor do cliente.
Evitar judicialização pode salvar seu negócio
É importante destacar que muitas empresas, em casos semelhantes, cogitam judicializar conflitos com operadoras. No entanto, antes de ingressar com ação judicial, como diz Daniel, da Adapta, é fundamental avaliar se todas as instâncias administrativas foram esgotadas. A judicialização pode gerar efeitos indiretos e consequências futuras em novas contratações. Além disso, processos judiciais impactam o equilíbrio do mercado e podem trazer reflexos financeiros e regulatórios.







